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D. Josias Dias da Costa, OSB. (E-mail: josiasosb@hotmail.com) Desde quando comecei, timidamente, o trabalho de animação vocacional, em 1999 até o final de 2000, ano em que fui liberado pela comunidade monástica para me dedicar de corpo e alma a esse trabalho, eu já passei por quarenta e cinco cidades. Em cada uma delas eu estive visitando possíveis vocacionados ou fazendo um trabalho missionário mais amplo, até de uma semana. Não me esqueço do acolhimento que tive por parte dos párocos, das famílias, das comunidades religiosas e eclesiais, dos agentes de pastoral, das direções ou coordenações das escolas e de seus corpos docentes e discentes. Não me esqueço de pessoas como os bispos D. Washington Cruz, de São Luís de Montes Belos (GO), D. Antônio Sarto e o coadjutor D. Protógenes José Luft, de Barra do Garças (MT), e D. José Carlos de Oliveira, de Rubiataba (GO), que me acolhendo em suas residências. O último deles chegou a me convidar para a missão na Diocese da qual é o pastor. Não me esqueço de como fui bem acolhido por pessoas como Pe Luís Antônio, de Iturama (MG), Pe. Carlos Crestani, de Costa Rica (MS), Pe. Paulo Bastos, de Barreiras (BA), Pe. Hermógenes Scopel, de Bom Jardim de Goiás (GO), Pe. Ilgo Schneider, de Piranhas (GO), Pe. Divino Eterno, de Araguapaz (GO), Pe. José Modesto Arriel, de Aruanã (GO), Pe. Marcos Antônio Belarmino, de Mozarlândia (GO), Pe. Daniel Norton, de Santo Antônio da Barra (GO), Pe. Nilo de Andrade, de Caiapônia (GO) e Pe. Edélcio Oliva, de Santópolis do Aguapeí (SP), entre outros. Não sei como teria sido o trabalho sem os cuidados, o apoio e dedicação das Irmãs Franciscanas da Mãe Dolorosa, de Nova Xavantina (MT), e das Irmãs Franciscanas de Maria Imaculada, de Santo Antônio da Barra (GO); das Irmãs Missionárias da Ação Paroquial, de Araguapaz (GO); das Pequenas Missionárias da Eucaristia, de Mozarlândia (GO); das Missionárias de Santa Teresa do Menino Jesus, de Formosa do Rio Preto (BA); e das Irmãs Beneditinas de Aragarças (GO) e Barreiras (BA). Foram exatos 13.650 quilômetros rodados, no Gol Verde 92 ou de ônibus, por estradas asfaltadas, esburacadas e de terra. Os frutos dessas viagens são quatro novos jovens em nossa comunidade e alguns outros que pretendem ingressar mais tarde, quando tiverem idade e estudos suficientes. Também, em razão de nossa missão, alguns jovens despertaram suas vocações para outras comunidades religiosas e mesmo para a vida sacerdotal diocesana. Para este ano de 2001, temos já o compromisso de voltar à Diocese de Rubiataba e o mais cedo possível fincar o pé na Diocese de Jataí, a convite do atual bispo diocesano, D. Aloísio Hilário de Pinho, que, no seu primeiro ano de episcopado naquela diocese, já caiu nas graças do povo cristão do Sudoeste de Goiás. Depois disso, temos muito trabalho nesta Arquidiocese de Goiânia e, dependendo de confirmação, também na Diocese de Ipameri. O Pessoal do Movimento Serra questiona: "As vocações existem; e se elas existem, por que então não há padres suficientes?". A este questionamento respondemos com o pé na estrada, em busca de novas vocações, para tornar a vida monástica beneditina uma fonte que jorre em todo o Centro-Oeste do Brasil. (InFormAção, Vol. 3 Nº 1, Goiânia, Janeiro 2001) |